Posted on sábado, junho 13, 2015 by Serket Hetyt
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Eu precisava falar do jogo Yandere Simulator e a única coisa que posso falar sobre isso é: Puta jogo de doente mental. Sim! E adivinhem quem está, nesse exato momento, com um leve vício? Pois é.
Vou começar explicando (pra quem não sabe, já que eu também não sabia) o que é uma Yandere. Yandere é um estereótipo muito comum em animes e mangás, onde uma personagem é caracterizada por sua obsessão amorosa e não hesita em recorrer à violência. Mas, com seu objeto de desejo, a Yandere é sempre amável, doce, carinhosa e kawaii. Uma Yandere é o oposto da Tsundere, onde uma pessoa agressiva passa a se tornar amável.
No jogo, temos Yandere-chan, que só é chamada assim, não tem um nome próprio. Ela é uma garota do colegial e ama desesperadamente o seu Senpai. Dando um rolê no quarto dela, onde iniciamos o jogo, podemos ver um mural onde se pode colocar fotos que a Yandere tira com o celular, um guarda-roupas pra trocar de calcinhas (sim, o equipamento do jogo é calcinha) e o altar do Senpai. No guarda-roupas, cada calcinha tem uma função específica, por exemplo: a calcinha amarela ajuda a ganhar bônus de popularidade ao cumprimentar outras estudantes, já a azul ajuda a espalhar boatos com eficácia e a vermelha deixa menos manchas de sangue no chão (eu falei que era jogo de doente mental). Já no altar do Senpai, além de sua linda cara brilhando em uma foto, dá pra ver uma escova de dentes que Yandere-chan roubou da casa dele, um band-aid sujo com o delicioso sangue do Senpai (eca!) e uma maçã mordida, que ela gosta de passar a língua onde estiveram os dentes dele. (creepy!)
Saindo da casa da Yandere, podemos ir pra escola. Na escola, o sistema é o seguinte: Yandere-chan tem até sexta-feira para eliminar todas as outras meninas da escola (isso mesmo, eliminar) para que o Senpai não tenha mais nenhuma outra menina pra olhar. Mas não é tão simples assim. Ela precisa manter sua popularidade e, principalmente, jamais ser vista por ele de modo suspeito. Pra isso, ela pode estudar e upar habilidades, como fazer tranquilizantes, envenenar o lanche dazinimigas, escrever falsas cartas de suicídio, dentre outras coisas. Há também a possibilidade de fotografar a calcinha das colegas, enviando para alguém responsável por espalhar boatos das estudantes no jornal da escola, já que o Senpai não vai querer uma menina mal falada, néam? Também é possível pedir para que as garotas a sigam até determinada parte da escola, onde Yandere-chan encontra à disposição várias armas (katana, faca, chave de fenda, tesoura e etc.) que pode usar para matar, uma muda de roupa ao lado de uma fornalha (queima as provas, gata!) e um balde com vassoura pra limpar qualquer vestígio.
É imprescindível também que Yandere-chan não apareça insana na frente de outras pessoas, e pra isso ela pode se manter perto do Senpai até recuperar sua sanidade. Caso alguém presencie Yandere-chan agindo de forma estranha, visivelmente armada, suja de sangue ou matando alguém, ela pode ser denunciada, e jamais conquistar o amor do Senpai. Há também a possibilidade de alguém descobrir um corpo pela escola, neste caso, a polícia é acionada e Yandere-chan tem um tempo para limpar as provas do crime ou fazer qualquer coisa que não a ligue aos homicídios.
Fala comigo, Hatsune Miku *3*
O jogo ainda está em desenvolvimento, ou seja, tem alguns bugs e não tem final (é, não dá pra fazer o Senpai te notar), mas uma das coisas legais que chegaram nas últimas atualizações é o Ataque de Titã, onde num easter egg de Shingeki No Kyojin as colegas de Yandere se transformam em gigantes e ficam vagando pela escola. Há também outros dois easter egg onde Yandere-chan fica parecida com o Slender Man e aparece com o cabelo da Korra.
No mais, é um joguinho bem doentio, porém divertido. Por fim, deixo pra vocês um vídeo do Cellbits jogando Yandere Simulator, onde eu conheci o jogo e as risadas cavalares dele. Quem tiver curiosidade de jogar e gritar NOTICE ME, SENPAI! pode acessar o blog dos desenvolvedores e baixar a versão mais recente.
Posted on sexta-feira, maio 22, 2015 by Serket Hetyt
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Infelizmente, a realidade é como uma puta aleijada...
Todas as coisas mortais estão doentes e podres no âmago.
Não há um pingo de beleza aqui, habitando a carne humana...
Só há tristeza e confusão, e o fedor de merda e morte.
(Children of the Corn, Sopor Aeternus)
O Inquietante da morte se dá, basicamente, ao tratarmos dela (como fato e também o corpo morto) como algo estranho e desconhecido, embora familiar a todo aquele que vive. Não sabemos o que há por trás de seus véus cadavéricos, tampouco sabemos se há algo. Essa incerteza intelectual ao tratarmos da morte nos traz um sentimento estranhamente familiar: o Unheimlich. Porém, tudo o que é vivo há de morrer, e enquanto a morte não chega para nós, a observamos e nos alimentamos dela.
Para algumas pessoas é extremamente inquietante tudo o que se relaciona à morte, aos cadáveres e o retorno do morto (corpo propriamente dito ou em espírito). Os complexos e medos infantis recalcados há muito retornam, e assim se torna presente a certeza de que o morto tornou-se inimigo do vivo, e deseja, mais do que qualquer coisa, levá-lo para partilhar de sua nova existência.
Já falei do Inquietante aqui no blog e também já mencionei anteriormente que este é o tema do meu TCC, onde parto da hipótese de que o Unheimlich, um conceito da psicanálise tratado por Sigmund Freud, poderia ser representado através da fotografia, com auxílio de pós-produção digital. Nele, usarei o artigo Das Unheimliche de Freud como elemento de diálogo, e buscarei representar o inquietante aliado às minhas fotografias de retrato, onde noto que há sempre um elemento inquietante e/ou obscuro/grotesco.
Um dos tipos de Inquietante que escolhi para as fotografias é o que se relaciona à morte, e nessas fotos procurei representar a morte como persona. Tive o auxílio inestimável da linda Debb Souza que topou ser a minha Morte, e também do queridíssimo Vinícius Rodrigues, que se embrenhou nos matinhos da vida e emprestou esse crânio de bode que serviu de acessório. As roupas e os acessórios (colares e lentes) são da Debb, e a maquiagem, a fotografia e a edição foram feitas por mim. Usei a câmara da Debb, uma Nikon D7000 e usei lentes 50mm. O ensaio foi nomeado como The Skeletal Garden(O Jardim Esquelético), e nem vou repetir que é por causa da música do Sopor Aeternus para não ficar cansativo.
Abaixo, as outras fotos, que podem ser vistas em melhor qualidade no meu Flickr, basta clicar em qualquer uma das imagens. Ah! E também passem lá na minha Página no Facebook, posto sempre em primeira mão por lá! (e agradeço quem der um curtir para ajudar a divulgar meu trabalho) :3
Espero que gostem, e até a próxima!
Posted on sábado, maio 02, 2015 by Serket Hetyt
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Anna Varney Cantodea, foto por Joachim Luetke
Hoje venho fazer uma postagem sobre música, coisa que nunca fiz no blog. Mas como eu estou ligada emocionalmente com esse álbum, achei bacana trazer aos leitores. Inclusive, para quem não conhece Sopor Aeternusacabar conhecendo e se apaixonando também (assim espero).
Começando então com uma breve descrição da banda: Sopor Aeternus & The Ensemble of Shadows é uma banda alemã de darkwave. O som mescla um forte apelo instrumental e influências eletro-góticas dos anos 1980. Anna Varney Cantodea, a vocalista, produtora e compositora (da qual se consegue pouquíssima informação, para não dizer nenhuma) utiliza uma variedade enorme de instrumentos, incluindo instrumentos de sopro, diversas guitarras, sons eletrônicos e até sinos. Ela inclusive, é capaz de cantar com vozes masculinas e femininas, variando de tons provocativos à sofridas lamúrias.
Os temas abordados nas músicas vão de religiosidade pagã à sadismo e suicídio, mas com maior frequência a morte e a sexualidade conturbada de Anna, que segundo boatos, teria nascido intersexual. Acredita-se que isso seja apenas especulação, e que ela realmente tenha nascido com sexo masculino e seja uma pessoa transgênera. Nos photoshoots dos álbuns, ela frequentemente aparece nua, tendo seus genitais apagados digitalmente ou figurados como uma vagina. Anna Varney Cantodea é um pseudônimo e seu nome real é um segredo.
A banda é formada apenas por ela e não faz apresentações, embora tenha uma canção "ao vivo", gravada sem platéia.
Sobre o nome, Sopor Aeternus significa "Sono Eterno" em latim, e "& The Ensemble of Shadows" é uma maneira de Anna homenagear os desencarnados que a ajudam na composição das canções.
Ufa! Sobre o álbum e pelo motivo que resolvi falar sobre ele aqui: No meu TCC, usarei como referencial artístico o artista Joachim Luetke, responsável pelas fotos do encarte, assim como de outras bandas como Dimmu Borgir e Marilyn Manson. E, enquanto escrevia algumas coisas para o projeto, resolvi ouvir o álbum inteiro, coisa que até agora não tinha feito.
La Chambre D'Echo (Where the dead Birds sing)é o oitavo álbum de estúdio do Sopor Aeternus, lançado em 2004. Ele marca o retorno dos sintetizadores e drum machines. É fortemente inspirado no hospital austríaco Der Narrenturm e em sua sala de psiquiatria, que hoje é um campus universitário e um museu de doenças, mutações e alterações do corpo humano. Sendo assim, o conteúdo das letras foca em hospitais psiquiátricos e atendimentos hospitalares em geral. A Standart Edition vem com um livro de 128 páginas em formato A4 contendo as fotografias de Luetke e letras escritas à mão por Anna Varney Cantodea. As fotos do álbum foram tiradas ao redor e dentro do Der Narrenturm.
Anna Varney Cantodea, foto por Joachim Luetke
A lista de música do álbum, com uma estrelinha nas músicas que mais gostei de ouvir:
05. Imhotep (Schwarzer Drache mischt einen Sturm) – 4:48
06. Hearse-shaped Basins of darkest Matter – 3:57★ 07. Interlude - The Quiet Earth – 8:34 08. We have a Dog to exercise – 5:50 09. The Lion's Promise – 4:52★ 10. Leeches & Deception – 9:11 11. The Skeletal Garden – 4:05 ★ 12. Feed the Birds – 0:21 13. Consolatrix has left the Building – 4:34 14. Day of the Dead – 6:23
Abaixo, deixo vocês com um pedaço da letra de The Skeletal Garden, de longe, a minha preferida do álbum. Quem quiser ouvir mais lindezas dessa banda, recomendo o álbum de 2014 "Mitternacht", que tem um som bem docinho, tipo caixinha de música da depressão. Até o próximo post! :)
[...] Foi encontrado em sua cama, desidratado e inconsciente como ele era...
Viveu sozinho em sua casa a maior parte de sua vida, e eu não ficaria surpreso se ele tivesse morrido no mesmo dia em que o colocaram num lugar com pessoas que ele nunca viu.
Ele tinha um jardim selvagem atrás de sua casa... Bonito e escuro. Esquilos e pica-paus viveram lá, ouriços, camundongos e martas. Árvores de avelã e morangos silvestres cresceram. Cerejas, maçãs e peras, groselhas de vermelho e preto, escondidas nesse local privado.
Na segurança das sombras a frágil samambaia dormia. Pelos caminhos sinuosos, flores silvestres choravam... E evidentemente havia hera por todos os lados.
Aconteceu na mesma semana que o levaram embora. Invadiram e derrubaram todas as árvores de seu jardim. Contratados pela inveja das pessoas lá fora, que temiam a beleza e o encanto desse lugar e as trevas que lá respiravam.
No entanto, nenhum deles poderia impedir as aves mortas de cantar.
Posted on terça-feira, abril 21, 2015 by Serket Hetyt
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Nem a Elvira resiste ao charme do Guardião da Cripta <3
A Blogagem Coletiva das Bruxas do mês de Abril foi sugerida por mim e aprovada pelo Coven. Tive essa ideia olhando alguns vídeos do Canal Nostalgia e do blog Assombrado.
Bom, pra uma breve introdução do sentimento medo na minha vida, eu devo contar que sempre (sempre!) fui fã do gênero Terror. Desde criança eu fui acostumada a ver filmes e séries de terror, e quando ia na casa da minha avó, ela deixava eu dormir mais tarde pra assistir Contos da Cripta com ela. (Era época do Cine Trash, gente, pensem como tô velha!)
Enfim, desde criança tenho esse caso de amor com terror e ocultismo (sim). Mas também sempre fui medrosa com alguns temas. situações (reais e imaginárias) e personagens. E aqui vai uma pequena lista:
1- Os barulhos na casa da minha avó.
Como eu disse acima, quando era criança fiquei muito na casa da minha vó, que era um sobrado bem grandinho. O quarto onde eu ficava era na "boca" da escada, e ao lado ficava o quarto dos meus avós. A casa da minha avó sempre foi muito fria, mesmo no verão.
Numa noite em que eu estava dormindo lá, acordei na madrugada com um barulho de subir e descer nas escadas. O som ia e vinha, constante. A princípio, eu achei que fosse algum dos meus avós, mas depois prestei mais atenção (me orgulho de ter uma audição muito boa, gente) e consegui ouvir o ronco barulho deles dormindo no quarto ao lado.
Então o que era aquele barulho nas escadas? Nunca soube e nem nunca saberei, mas esse episódio me deu um medo do cacete e sempre que eu ia dormir lá, evitava olhar as portas ou a escada durante a noite.
2- Bonecas em fileiras
Eu sempre odiei aquelas bonecas grandes, estilo bebezão, então outra coisa que sempre acontecia quando eu dormia na casa da minha avó era virar todas elas de costas. E lá havia um monte delas, porque sempre me davam de presente, mesmo sabendo que eu odiava.
Eu tinha muito medo de dormir com elas me olhando, e já que não podia tacar fogo (sim!) eu as virava de costas.
3- Chucky
Child's Play (ou Brinquedo Assassino, aqui no Brasil) é um filme lançado no final da década de 1980, que é considerado um clássico cult para os amantes do terror. Mas existe algo mais filhadaputa de se fazer para uma criança do que demonizar os brinquedos dela?
O Chucky aterrorizou a minha infância e a de muita gente, como todos sabemos. Mas já achou a cabeça de um "Chucky" na estrada durante uma viagem de férias? Pois é, eu já achei.
"Sua perua desgraçada!"
4- A autópsia do E.T no Fantástico
Em 10 de setembro de 1995 eu tinha exatos 4 anos. Nessa data, aqui no Brasil, foi exibida pelo Fantástico aquele vídeo do E.T de Roswell, onde supostamente cientistas dos anos 1940 teriam feito uma autópia de um extraterrestre, que hoje qualquer idiota vê que era um boneco tosco, mas na época, pra mim, pareceu bem real.
A Rede Globo teria pagado (nunca foi confirmado) cerca de 150 mil reais por uma cópia desse filme da FOX, que já era exibido em vários países.
Nessa noite eu estava brincando com meus primos na sala da casa da minha família, e do nada aparece aquela merda. Eu chorei como se não houvesse amanhã, e E.T's são coisas que me dão medo até hoje (mais do que qualquer outra coisa, incluindo demônios, espíritos e trabalhos de conclusão de curso). Aliás, quase me cagaytoda morri de medo assistindo ao filme Contatos de 4º Grau.
5- Bonecos de Ventríloquo
Das coisas que assustam crianças pequenas: Bonecos de ventríloquo e teatro de bonecos. Sempre achei algo muito tenso, principalmente quando a pessoa faz aquela segunda voz sem mexer a boca e o boneco se vira com aqueles olhos esbugalhados e parados.
6- Lendas urbanas do Chupacabra
Quem foi criança nos anos 1990 certamente lembra de várias lendas urbanas em torno do Chupacabra. Algumas delas diziam que o Chupacabra era um alienígena e que naves espaciais teriam abduzido um médium, que dizia ter poderes por causa desses aliens. Outras diziam que o Chupacabra enchia a casa das pessoas de escorpiões (?), que procurava sempre bebês de peito nas casas (??) e que, em alguns casos, abusava sexualmente das vítimas (????).
7- Tábua Ouija
Meu pai tinha uma coleção de livros dos anos 1980 chamada Ciências Proibidas,publicada pela Editora Século Futuro. Quando comprou esses livros, recebeu junto uma Ouija.
O tabuleiro Ouija é uma plataforma de comunicação com os mortos, entidades e espíritos em geral, onde há números, letras, "SIM", "NÃO", entre outras coisas entalhadas. (Não trate como tabuleiro Ouija quem te trata como brincadeira do copo/compasso)
Nessa Ouija da enciclopédia Ciências Proibidas haviam vários desenhos, de sereias a demônios, além do ponteiro pra utilização. Diz-se que deve ser evitada a presença de crianças, pois são mais receptivas aos espíritos e que o tabuleiro pode atrair espíritos ruins, sendo estes responsáveis por possessões, poltergeists, obsessões e tragédias familiares.
E eu morria de medo de olhar, que dirá tocar nela.
Hoje os livros da coleção estão em meu poder (rá!) mas não faço idéia do que foi feito do tabuleiro. #medo³
8- Thriller
Meus parentes moram bem longe da minha casa, e pra visitá-los minha mãe e eu pegávamos um ônibus que passava pela frente do cemitério municipal. Até aí tudo bem, tirando o fato de que o clipe Thriller do Michael Jackson mostrava mortos saindo de seus túmulos pra dançar (ou puxar seu pé, comer seu cérebro e te matar).
Sempre que passava pela frente do cemitério à noite (quando voltávamos pra casa) eu ficava apreensiva achando que iria ver algo vindo lá de dentro.
Em caso de apocalipse zumbi, esteja seguro de que sabe a coreografia de Thriller.
9- Rostos em janelas/espelhos à noite
Não preciso dizer que criança é um bichinho cagão sensível à sugestões, né? E por alguma besteira qualquer que me disseram ou que vi na televisão, eu tinha muito medo de olhar para janelas durante a noite. Medo de olhar pra lá e ver alguma coisa, principalmente rostos.
E até hoje, se eu vou ao banheiro na madrugada, vou de olhos fechados, sem olhar pro espelho ou janela, apago a luz e volto pra cama correndo!
10- A capa do filme "A Noite do Espantalho"
1980 e 1990 foram as décadas dos filmes de terror mais toscos de todos. Mas quem se importa? Quando se é criança tudo parece real e assustador. E por mais tosco que esse filme fosse (alguém lembra da cena do Espantalho possuído costurando a boca do padre?), eu sentia muito medo dessa capa. Sempre virava o VHS pra baixo (cês perceberam que eu adoro virar as coisas né) pra não olhar esse espantalho horroroso.
11- Televisão com chuvisco
Nunca deixei ninguém permanecer mais de três segundos com a televisão naqueles canais que não tem nada, o famoso chuvisco. Sempre achei que ia ver algo ali. E depois de anos, quando o filme Vozes do Além, que trata do FVE (fênomeno de voz eletrônica) foi lançado, só confirmei as minhas suspeitas de que nada de bom pode vir do chuvisco.
Sério, caras, quem assiste chuvisco por mais de três segundos involuntários?
12- O episódio do Faraó em Coragem, o Cão Covarde
O Cartoon Network dos anos 1990 era uma verdadeira obra prima, e foi nesse canal que assisti a um dos episódios mais populares de Coragem, o Cão Covarde, chamado "A maldição do Rei Ramsés". Nesse episódio, Coragem encontra uma pedra e leva até Muriel e Eustácio. Esse resolve guardar por achar ser algo valioso, mas o espírito de Ramsés aparece, provando se tratar e um objeto amaldiçoado. Obviamente, Eustácio não devolve a pedra, desencadeando uma série de maldições que o pobre Coragem tenta interromper. O sinistro desse episódio é realmente o Ramsés, que tem uma animação diferente do resto do seriado. E essa voz sinistra?
Certamente você também já viu esse episódio e guarda dentro do seu cérebro o "Devolvaaaa a peeeedraaaa..."
13- A foto da "Menina do Corredor"
Não vou anexar a imagem porque tenho medo de olhar essa merda até hoje, apesar de se tratar de uma montagem.
Na época ela circulava nos e-mails com recomendações do tipo "não salve a foto em seu computador", "não olhe por mais de 30 segundos" ou "não olhe diretamente nos olhos da menina". A foto tem efeito 3D, e algumas pessoas dizem que, se olhar com os óculos por mais de 30 segundos, ao olhar uma parede branca se vê a menina, dado um efeito de ilusão ótica. Como não enxergo 3D e também tinha medo dessa droga, nunca nem tentei fazer isso.
Posted on sábado, abril 11, 2015 by Serket Hetyt
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levdir.deviantart.com
A Tamirez me indicou pra responder essa TAG e eu amei <3 Vou tentar dar descrições boas e não ser muito "Larissa da Depressão". Vamos lá:
1 – Uma música que me lembre um momento bom
"Tudo bem...até pode ser que os dragões sejam moinhos de vento..."
Fui ao show do Humberto Gessinger em 2013 e não tem como não ser inesquecível. Estava com as minhas melhores amigas, vendo esse lindo, ouvindo essas músicas maravilhosas... Essa é a definição de um momento bom!
2 – Uma música que defina sua vida
"But in the end, I wanna thank you, 'cause you make me that much stronger."
Se tem uma mulher de personalidade que me inspira, essa mulher é Aguilera (bicha a senhora é destruidora mesmo, viu viado?). Não existe uma canção com uma mensagem que me toque tanto como Fighter. Essa música me acompanha desde 2002, e acho que vai me acompanhar pra sempre, afinal, os clássicos são eternos.
3 – Uma música que te faz dançar na balada
"Pop culture was in art, now art's in pop culture, in me!"
Balada que não toca Lady Gaga não é balada que se preze. Quer acabar com a minha vibe? É não tocar Lady Gaga no badalo com as miga.
4 – Uma música que foi tema de um relacionamento
"A gente espera do mundo e o mundo espera de nós um pouco mais de paciência..."
Chegamos num momento crítico. Não farei descrição pra não me comprometer HAHAHA.
5 – Uma música que sempre te faz chorar
"...But you still have all of me."
Ai gente, pára. É My Immortal! Qual adolescente trevoso não chorou ouvindo My Immortal?
6 – Uma música que seria toque do seu celular
NEM PRECISO fazer uma descrição, né mores? Uma das músicas instrumentais mais lindas da vida... Toda vez que ouço dá vontade de socar a cara de alguém, de tão linda. #partiuWesteros
7 – Uma música que você gostaria de tatuar
"And I'm ready to suffer and I'm ready to hope!"
Tenho um trecho dessa música tatuada nas mãos, assim como tenho Fighter nas costas. Florinda é deusa, louca e feiticeira. Adoro.
8 – Uma música que te deixa com vontade de ficar com alguém
"I say the beast inside of me's gonna get ya, get ya, get..."
Sou uma das viúvas do Peter Steele e acho que a voz dele é uma das vozes mais sexy que já ouvi. E eu adoro vozes masculinas, então pense o quão difícil é escolher...
9 – Uma música que você está viciada agora
"Life's a slow procession into the fire..."
Meus amigos já estão carecas de saber, mas preciso dizer aqui também que esse álbum novo do Moonspell está destruidor! Sério, não tem música ruim e foi muito difícil escolher uma só...
10 – Uma música que faz as pessoas lembrarem de você
"What's love? baby don't hurt me... NÃO, PERA. This is the rhythm of the night... The night! Oh yeah"
Pra ficar algo legítimo, eu ia perguntar pros meus amigos qual música eles se lembram mais de mim. Mas nem precisa, já que essa foi a música que eu mais cantei na faculdade pra incomodar os outros.
Hallarás aquí el más hermoso canto al amor y la más dulce protesta por el sufrimiento. En definitiva, te hallarás tú, en tu dolor, tu amor y tu soledad. - Pablo Neruda
Autora
Larissa Ventura ♥ Gaúcha, aquariana, INTP, metida a artista e meio nerd. Tem 24 anos e é estudante de Artes Visuais na FURG. Fã de George R. R. Martin, viciada em cultura pop, música, coisas grotescas e literatura de fantasia. Aspirante à fotógrafa, designer meia-boca, escritora de gaveta, aprendiz de desenhista, filósofa de ônibus e autista por opção.